hoje, vendo.te a despedir.te de quem gostas, custa.me tanto olhar para ti...
seria tão mais simples se simplesmente um 'até depois' chegasse. quem é que inventou os beijos? quem raio é que inventou as despedidas?
quando chegaste ao pé de mim pela primeira vez, um pouco perdido, com esses teus olhos a brilhar à luz do sol da tarde, não pensei que agora doesse como dói.
podíamos não nos ter conhecido? podíamos não nos ter divertido? podíamos não ter aprendido um com o outro? podíamos, mas este [tão pouco] tempo não teria sido passado de forma tão agradável, tão fenomenal.
e agora, sabendo que não sei se te volto a ver, meu miúdo, não posso chorar, para que não chores e para que a nossa despedida não pareça tão difícil... tretas, dói na mesma.
meu miúdo...
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