não há palavras que expressem o que sinto. ou, pelo menos, eu não as encontro. as palavras não conseguem chegar, nem perto, àquilo que quero dizer. tento conjugá-las com(o) os verbos e criar uma linguagem que percebam, para que percebam, mas falho. falho uma, outra, e ainda mais uma e mais outra vez. o meu corpo pede.me que desista, que me renda e me entregue, mas os outros pedem mais de mim: não é isso que querem, eu aceito, e luto por eles, sem conseguir atingir os meus objectivos, sem conseguir atingir os seus objectivos. para não variar...
porém, eles têm razão. não estás aqui, mas estás comigo.
como continuar sem ti, contigo aqui? é confuso, entendes?
faz.me falta falar sobre ti, mas não falo. quem te conhecia não fala - dói.lhes como a mim. os que não te conheciam, que me conhecem, não fala de ti - por mim.
e penso no que fica por dizer.
e penso no que ficou por dizer.
e sem nunca o dizer, não deixei de o sentir: amo.te.
brilha *
p.a.
21.03.2011
M.J.
ResponderEliminarestou aqui! <3
foi a coisa mais bonita que alguma vez li escrita por ti... ADRT cachopa
beijo,
inês